EUA: CAMARA DO ARKANSAS APROVA ENSINO DA BIBLIA EM ESCOLAS

março 30, 2011 § Deixe um comentário

CHISTIAN POST, 28-03-2011

ARKANSAS APROVA ENSINO DA BÍBLIA NAS ESCOLAS

Por Nathan Black

A Câmara de Arkansas aprovou nesta sexta-feira uma proposta de lei que permite
às escolas oferecer um curso da Bíblia.

A proposta, patrocinada pelo Rep. Denny Altes (R), foi aprovada em votação de
71-16.

De acordo com a legislação, escolas públicas não seriam obrigadas a ensinar a
Bíblia, mas teriam a opção de oferecer um curso eletivo no que Altes chamou de
“o livro mais popular da história.”

A proposta tem encontrado oposição de live-pensadores e ateus. Kirk Dixon da
Sociedade Freethinkers de Arkansas questionou a intenção da proposta de lei.

“Há uma coisa como a separação da Igreja e o estado, e eles continuam empurrando
isso e empurrando e empurrando,” disse Dixon anteriormente, de acordo com o
Arkansas News. “Nós não precisamos de religião nas escolas públicas. Nós
empurramos isso goela abaixo todos os lugares em que vamos, e tudo o que eles
estão fazendo é lavagem cerebral das crianças com suas religiões.”

Altes, um batista, introduziu a legislação em dezembro e enfatizou que isso
seria ensinado como um curso de história.

O curso consiste de um “estudo acadêmico não religioso, não sectário da Bíblia e
sua influência na literatura, arte, música, cultura, e políticas.” O currículo
para o curso iria também cumprir com padrões acadêmicos aprovados pelo conselho
estadual e os requerimentos da Constituição do Arkansas e a Constituição dos
EUA.

Além disso, o curso não seria baseado em qualquer profissão de fé ou a falta
dela ou de qualquer opinião particular sobre a Bíblia.

“Um estudo acadêmico do curso bíblico oferecido por uma escola pública do
distrito deve: ser ensinado de uma forma objetiva e sem tentativa devocional de
doutrinar os estudantes como para qualquer verdade ou falsidade das matérias
bíblicas ou textos de outras tradições religiosas ou culturais; … não
desvalorizar ou encorajar um compromisso com um conjunto de crenças religiosas,”
afirma a nota.

O Departamento de Educação do Estado já aprovou um currículo que ensina a Bíblia
como literatura nos distritos escolares de Little Rock e Cabot.

No entanto, Altes direcionou o Departamento de Educação ao currículo já
desenvolvido pelo Conselho Nacional de Currículo da Bíblia nas escolas públicas
como ponto de partida para o curso que ele propôs.

O currículo do Conselho já foi votado em 563 distritos escolares em 38 estados.
Mais de 360 mil estudantes frequentaram o curso de âmbito
nacional.

O projeto enfrenta agora o Senado estadual.

[i]

http://portuguese.christianpost.com/noticias/20110328/arkansas-aprova-ensino-da-
biblia-nas-escolas/

GB: ESCOLAS LIVRES NAO VAO ENSINAR CRIACIONISMO

março 30, 2011 § Deixe um comentário

GUARDIAN, 21-03-2011

ESCOLAS LIVRES NÃO VÃO ENSINAR CRIACIONISMO, DIZ O DEPARTAMENTO PARA EDUCAÇÃO

Free schools will not teach creationism, says Department for Education

Government spokesman says the education secretary is ‘crystal clear’ that
teaching creationism is at odds with scientific fact

Education reforms An anti-creationist group has written to education secretary
Michael Gove expressing concern about applications from Christian groups to run
free schools. Photograph: PA

The Department for Education has said Michael Gove is “crystal clear that
teaching creationism is at odds with scientific fact” after a warning that the
government’s new free schools could be exploited by fundamentalist churches
looking to promote a literal interpretation of the Bible.

The remarks follow a letter to the education secretary from the British Centre
for Science Education (BCSE) suggesting that creationists planned to use
government legislation on free schools to mount a “concerted attack” on science
education.

Free schools can be set up by charities, universities, businesses, educational
groups, teachers and groups of parents. They will have more freedom over the
contents of their curriculum, leading to fears that science teaching in the
schools may not be as rigorous. Teachers working at free schools will also not
need to have formal teaching qualifications.

The BCSE, which describes itself as the leading anti-creationist organisation in
Europe, wrote to Gove to express its “extreme concern” at applications from
groups such as the Everyday Champions Church and the Christian Schools Trust to
run free schools.

The Everyday Champions Church, in Newark, Nottinghamshire, submitted its
proposal for a 652-place school in January, shortly before the DfE held its
first free school conference where Gove said he would consider applications from
creationist groups on a case-by-case basis.

On its website the church says it has “660 children ‘definitely’ signed up to
the school and 185 considering”. It spent January and February carrying out
public presentations and found parental response “overwhelmingly positive”.

“Creationism will be embodied as a belief at Everyday Champions Academy, but
will not be taught in the sciences,” said its leader Gareth Morgan. “Similarly,
evolution will be taught as a theory. We believe children should have a broad
knowledge of all theories in order that they can make informed choice.”

The DfE spokesman said groups setting up new free schools in the UK will be
vetted to ensure that they have “strong education aims” and “high curriculum
standards”. He said: “The education secretary is crystal clear that teaching
creationism is at odds with scientific fact. Ministers have said they will not
accept any proposal where there are concerns about the people behind the
project.”

In the letter from the BCSE, Professor Paul Braterman wrote that the embodiment
of creationism “as a belief” could only mean that science was “subordinate to
religious considerations, and that the central concepts of the natural sciences,
as developed over the past 350 years, must be rejected as doctrinally unsound.”

In an accompanying report, the BCSE recommended the DfE “carefully vet” free
school applications and “be very wary” of approving applications from
creationist groups.

Last July, Gove acknowledged there were concerns about “inappropriate faith
groups using this legislation to push their own agenda.” The education
secretary, who was addressing MPs on the cross-party Commons education
committee, said his department was working on the regulations to ensure there
were no “extremist groups taking over schools”.

Braterman claimed that teaching in schools run by such groups in Sweden forced a
revision of the original “friskolor” legislation there, making free schools
subject to the same regulations that ensure teaching is objective as traditional
schools.

• This article was amended on 23 March 2011 to remove a reference to a primary
school in Hampstead that has asked us to make clear they have no connection with
the Christian Schools Trust.

[i]

http://www.guardian.co.uk/science/2011/mar/21/free-schools-creationism-departmen
t-education

Escola criacionista

março 19, 2011 § Deixe um comentário

escola criacionista

ENTRE A CRUZ E O TUBO DE ENSAIO

março 18, 2011 § Deixe um comentário

EDUCAÇÃO INTEGRAL, 11-03-2011

ENTRE A CRUZ E O TUBO DE ENSAIO

Divergências entre ciência e religião podem gerar polêmica em sala de aula e
confundir os alunos. Para educadores, saída é não impor uma única verdade

Em uma sala do 6.º ano (antiga 5.ª série), durante uma aula de biologia sobre a
criação do universo, a professora termina de explicar a teoria do Big Bang, que
diz que o universo foi criado a partir de uma grande explosão cósmica entre 10 e
20 bilhões de anos. Um aluno ergue a mão e pergunta: “Pro-fessora, mas quem fez
as galáxias e tudo o que existe não foi Deus?”. A cena é frequente nas escolas,
divide os professores de ciências e biologia e coloca os de religião em uma
saia-justa.

A coordenadora do curso de Ciências Biológicas da Universidade Tuiuti do Paraná
(UTP) e professora aposentada do ensino médio e fundamental, Rita de Cássia
Dallago, conta que ao longo dos seus 26 anos de carreira percebeu que a
discussão sobre a origem do universo e do homem, principalmente entre
criacionismo (teoria religiosa que presume que tudo foi criado por uma força
superior) e evolucionismo (teoria científica proposta por Charles Darwin que diz
que o homem surgiu a partir da evolução de outras espécies) ganhou novos rumos,
mas que ainda perturba os educadores. “Em geral, os professores tendem a impor o
que acreditam, mas o ideal seria deixar claro sempre que existem duas correntes
e não uma única verdade. O aluno tem o direito de escolher em qual prefere
crer.”

Na maioria dos casos, os professores de ciências e biologia defendem o
evolucionismo, porque faz parte da formação deles, e os de religião, o
criacionismo. Mas Rita diz que na última década o perfil mudou um pouco e alguns
que ensinam biologia também acreditam na segunda corrente. “Já vi muito
professor que explica a origem da vida sob a ótica da ciência e depois, no final
da aula, diz aos alunos para não esquecer que tudo isso foi obra de Deus.”

Com um tema controverso e professores divididos, a questão que se levanta é como
não confundir a cabeça dos alunos e muito menos desrespeitar suas crenças
religiosas. Para o coordenador de Teologia da Ponti­fícia Universidade Católica
do Paraná (PUCPR), Cesar Kuzma, o caminho ideal na hora de ensinar é não tratar
as duas correntes como algo isolado e independente, mas sim como complementares.
“A ciência explica a origem do universo e o surgimento da espécie humana, mas é
a religião que dá sentido a isso. A meu ver esta é a melhor forma de ensinar os
estudantes sem criar conflito.”

Já para o filósofo Carlos Ramalhete, o papel do professor de ciências não é
ensinar religião, mas deixar claro que as ciências podem mudar. “A ciência é
apenas a melhor explicação até agora para os elementos nos quais Deus não pode
estar. A ciência moderna, ao contrário da religião, não é e nem pode ser
dogmática.”

Mas algumas vezes o conflito é inevitável, principalmente porque a escola é um
espaço de convivência entre alunos de crenças diferentes. Para os educadores, é
importante que seja assim porque as crianças precisam crescer em um espaço
democrático. “É claro que em algum momento houve confusão, tem aluno que às
vezes não aceita o que é dado em sala e sai batendo porta, mas isso é a
minoria”, conta Rita.

Mais liberdade
Segundo a professora de ensino religioso e história Célia Regina Guernieri, do
Colégio Imaculada Conceição, os alunos menores, geralmente entre 10 e 12 anos,
tendem a querer saber a opinião pessoal do professor e levam muito em conta o
que ele pensa. Os mais velhos, a partir dos 13 anos, têm uma bagagem diferente e
conseguem perceber por si só que existem duas teorias distintas e que podem
escolher entre uma e outra. “Hoje os estudantes são muito mais livres e críticos
do que há 30 anos. Eles conseguem perceber que não há uma verdade absoluta.”

Para que uma única verdade não reine em sala de aula, o professor de Ciências
Biológicas da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) Reginaldo
Rodrigues conta que nas palestras que dá aos colegas da educação básica costuma
orientá-los a não impor nada nunca e nem negar a existência de Deus aos alunos,
por mais que ele não acredite. “É papel dele defender a ciência, mas sabemos que
cada aluno tem sua religiosidade e que é preciso que o professor saiba lidar com
isso.”

Na Escola Adventista, o diretor Laureci Bueno do Canto diz que não há imposição
dos conceitos, mas pais e professores sabem a posição da escola. “Nós
acreditamos na Bíblia e para nós o que está lá é a verdade. O professor não
precisa acreditar e defender isso como real. Mesmo que ele comente que é
criacionista, vai deixar em aberto aos alunos.”

[i]

http://educacaointegral.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=395:
entre-a-cruz-e-o-tubo-de-ensaio&catid=38:slideshow&Itemid=101

Escola religiosa

março 18, 2011 § Deixe um comentário

escola religiosa

ICAR TRATA HOMOSSEXUALIDADE COMO VICIO EM ESCOLAS DA ESPANHA

março 5, 2011 § Deixe um comentário

ESTADO DE MINAS, 04-03-2011

IGREJA TRATA HOMOSSEXUALISMO COMO “VÍCIO” EM ESCOLAS E CRIA POLÊMICA NA ESPANHA

Programa será levado a alunos de várias províncias espanholas
Uma proposta da Igreja Católica de ensinar moral sexual a crianças tratando o
homossexualismo como “vício” está causando polêmica na Espanha.

O Arcebispado de Valência elaborou um curso extracurricular – como opção aos
cursos oficiais de educação sexual aprovados pelo governo – que será
disponibilizado a todas as escolas interessadas.

Esse curso, dirigido a crianças de 5 a 14 anos, apresenta como “vícios” temas
como erotismo, pornografia, homossexualidade, masturbação, voyeurismo e obsessão
por sexo.

O programa aborda a sexualidade “a partir de uma visão integradora com aspectos
biológicos, fisiológicos, psicológicos, sanitários, antropológicos, morais e
sociais”, disse à BBC Brasil o porta-voz do arcebispado valenciano.

O chamado Programa de Educação Afetivo-Sexual será dividido em três módulos, de
acordo com a faixa etária.
As crianças menores de cinco a sete anos de idade, terão aulas sobre precaução
contra abusos, heterossexualidade e pudor.

Crianças de oito a 11 anos aprenderão sobre vícios, erotismo e pornografia.

Os maiores, de 12 a 14 anos, vão ter lições sobre o homossexualismo, as famílias
convencionais e a castidade até o casamento.

Referência

O programa foi apresentado aos colégios diocesanos, dependentes do arcebispado,
e instituições religiosas de ensino. Para todos os centros escolares, o programa
será oferecido como uma “proposta educativa”: não obrigatória porém como
“material de referência”.

O presidente da Comissão Diocesana de Ensino, Rafael Cerda, disse que muitos
centros católicos expressaram interesse em implantar o programa.

O programa também foi oferecido a 300 mil alunos aos bispados das províncias de
Valência, Alicante, Mallorca, Menorca e Ibiza.

Organizações de gays criticaram a proposta, acusaram a Igreja de retrógrada e
discriminatória e prometeram contestar o plano na Justiça.

“(São) lições absolutamente fora da realidade que, além do mais, violam a
Constituição, pois nos consideram pessoas disfuncionais, portanto serão levadas
aos tribunais”, disse à BBC Brasil José de Lamo, coordenador-geral da associação
Labmda, que representa gays, lésbicas, transexuais e bissexuais espanhóis.

“Não permitiremos que as crenças religiosas discriminatórias sejam colocadas
acima dos direitos fundamentais e do respeito. Imagine que há muitas crianças
que tem pais homossexuais e querem ensinar nas escolas que estas famílias são
patológicas”, acrescentou.

Críticas

A queixa da associação Lambda se baseia principalmente no módulo dois do
programa católico, que afirma que “a relação entre homossexuais é errônea e
estes não devem ser considerados esposos, nem pais”.

A Constituição espanhola permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo e a
adoção de crianças por casais gays.

Um dos criadores do método, no entanto, acha que a Igreja apenas defende sua
doutrina e tem o direito atender às demandas dos fieis por uma linha de educação
para seus filhos coerente com sua crença.

“Tratamos a educação sexual de acordo com nossas convicções, isso é também um
direito reconhecido pela Constituição espanhola”, disse à BBC Brasil Juan Andrés
Taléns, diretor da cátedra de Ciências do Matrimônio e Família do Pontifício
Instituto João Paulo 2º, um dos 20 especialistas convocados pelo arcebispado
para elaborar o programa. “Está claro que a política educativa nacional está
fracassada. O grande número de abortos, gestações indesejadas e doenças de
transmissão sexual são derivados de uma sexualidade inadequada”, afirmou.

Nos próximos meses, o programa será estendido a todas as escolas católicas do
país como matéria facultativa.

“O problema é que mesmo em colégios católicos, estamos em um país laico, onde a
Igreja não é a encarregada de formar sexualmente os alunos”, afirmou a
presidente da FAPA (Federação de Associações de Pais e Mães de Alunos), Maria
José Navarro.

A dirigente disse à BBC Brasil que para elaborar “os conteúdos retrógrados deste
programa chamado educativo ninguém contou com a opinião dos pais”. “Esta forma
de impor critérios é própria de uma igreja castradora, que nem sequer se
questiona se a maioria dos pais quer uma educação de qualidade e respeitosa com
todo mundo”, afirmou. [i]

http://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2011/03/04/interna_internacional,
213416/igreja-trata-homossexualismo-como-vicio-em-escolas-e-cria-polemica-na-esp\
anha.shtml

DENUNCIA: MP INVESTIGA ONIBUS ESCOLARES USADOS POR IGREJA

março 4, 2011 § Deixe um comentário

PORTAL AMAZÔNIA, 03-03-2011

MP APURA USO DE ÔNIBUS ESCOLAR PARA FINS PARTICULARES NO INTERIOR DO ESTADO

PORTO VELHO – A Promotoria de Justiça de São Francisco do Guaporé apura denúncia
de que veículos do Município destinados ao transporte escolar teriam sido
utilizados para o transporte de membros de igreja evangélica e de time de
futebol.

O MP investiga a situação após receber informações de um vereador, que ônibus
destinados ao transporte escolar, foi utilizado para fins particulares em
janeiro deste ano.Segundo o vereador, no dia 13 de janeiro, o veículo
transportou membros da Igreja Cristã do Brasil para um culto realizado na Linha
Mavel. Já no dia 16 de janeiro, o ônibus levou um time de futebol de São
Francisco do Guaporé para Costa Marques.

A Promotora de Justiça, Marcília Ferreira da Cunha e Castro diz que o uso de
veículo público para fins particulares configura ato de improbidade
administrativa que causa enriquecimento ilícito, previsto em Lei. [i]

http://portalamazonia.globo.com/pscript/noticias/noticias.php?idN=121419

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