AGRADECO AO RAFAEL POR TER TIRADO A FRIEZA SEXUAL DE MINHA ESPOSA

março 30, 2011 § Deixe um comentário

NOTÍCIAS DO SERTÃO, 24-03-2011

EM ANÚNCIO HOMEM AGRADECE A PAI DE SANTO POR TIRAR FRIEZA SEXUAL DE ESPOSA

O pai de santo em questão informa que poderá resolver qualquer problema

Um anúncio, no mínimo inusitado, chamou atenção nos classificados de maior
circulação da cidade. A princípio, um marido identificado como Aroldo, de
Delmiro Gouveia, agradece ao `Rafael’ por ter tirado a frieza sexual de sua
esposa.

Só a nota já chama atenção, afinal, sobre a retranca `Religião’, o texto deixa
certo mistério na mensagem.

Mas, em uma olhada mais detalhada na página percebe-se o anúncio de um pai de
santo chamado Rafael. Nele, o anúncio destaca para os seus serviços.

“(…) ajudará você que se encontra amarrado, desanimado, com bruxarias,
feitiçaria em sua vida, levando você para decadência no amor, saúde, com
negócios falidos, embaraçados, problemas familiares (…)”, dentre tantos.

O pai de santo em questão informa que poderá resolver qualquer problema. Para
aquele que passa por dificuldade financeira, esta é a `quinzena da caridade’.

Cada consulta sai por um quilo de alimento e um pacote de velas. Nos dias de
hoje, certamente, a propaganda é a alma de todo e qualquer negócio.

Com informações de Real Deodorense

[i]

http://www.noticiasdosertao.com.br/ultimas/curiosidades/5700-anncio-homem-agrade
ce-pai-santo-por-tirar-frieza-sexual-esposa.html

COMO FUNCIONA O COMERCIO DO ESOTERISMO EM SAO PAULO?

março 18, 2011 § Deixe um comentário

COMO SÃO AS CONSULTAS DE AMARRAÇÃO DO AMOR

Época São Paulo visitou locais onde pais e mães de santo oferecem o serviço
por Luiz Felipe Orlando
Anúncios de amarração do amor desafiam a Lei Cidade Limpa
Mesmo proibidos pela Lei Cidade Limpa, a publicidade afixada em postes ainda faz
parte do cenário de São Paulo. Um dos anúncios mais comuns é o de pais e mães de
santo que prometem trazer a pessoa amada de volta. Para conhecer mais sobre esse
tipo de serviço, Época São Paulo marcou consultas com alguns desses
profissionais da amarração do amor.

O primeiro telefonema foi para o Pai Guerreiro. Sobre a eficácia do método, a
secretária foi taxativa: “Claro que funciona, quando as coisas não vem por bem,
a gente tem de fazer vir por mal”. O preço da consulta, feita com búzios ou
tarô, era de R$ 20. A amarração, que prometia trazer o amado de volta, sairia
por R$ 200. A casa fica em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo. Ao lado de um
carro da Mercedes Bens estacionada na garagem, um homem de camisa e calça
sociais recebe a reportagem e avisa que a consulta será realizada em outra casa,
duas ruas acima. Depois da espera em uma confortável sala de estar, ele pede
para ser seguido até um cômodo apertado e empoeirado nos fundos da casa, com uma
estátua do preto velho na entrada e imagens de santos no interior.

Uma mãe de santo vestindo avental de médico pergunta o nome completo, a
profissão e pede que o celular e os óculos sejam deixados de lado, para evitar
que “as energias se cruzem com as entidades”. Em seguida, começa a falar sobre a
vida do cliente enquanto tira as cartas. Segunda ela, a menina desejada estaria
indiferente porque alguém já teria feito uma amarração para ela que duraria 14
anos.

Segundo a consultora espiritual de Pinheiros que atende na casa do Pai
Guerreiro, o trabalho de “amarração” da ex-namorada teria custado R$ 7 mil.
Portanto ela cobraria R$ 3 mil para desfazer o serviço para sempre – um preço
módico para ter o amor da vida de volta. Mas o “para sempre” depende da vontade
do cliente: “Quando você não quiser que ela goste mais de você, eu desfaço o
trabalho, sem cobrar”.

Para fazer a amarração, além de dinheiro, é necessário levar uma foto da garota,
com os nomes do futuro casal escritos no verso, dentro de um coração. Além
disso, a consultora espiritual pede garrafas de uísque doze anos e champanhe
importada. Sob o argumento de que o valor era alto, ela afirma: “Não tem
problema, nós aceitamos cartão, posso parcelar para você”.

Escritório esotérico

Pai Léo trabalha com búzios, tarô e baralho cigano no Centro da cidade
O Pai Leo, outro pai de santo, atende no centro da cidade, em um conjunto
comercial na rua Barão de Itapetininga. A recepção de seu escritório esotérico
tem de tudo, de painéis indianos a imagens de orixás, passando por uma televisão
de plasma e aranhas de plástico. Ele tem 36 anos e atende cerca de 10 pessoas
por dia quando o movimento está bom. A consulta de búzios, tarô e baralho cigano
custa R$ 35 reais. “Eu não faço amarração, isso é coisa para tirar dinheiro dos
outros, se pudesse, nem cobraria pela consulta”, diz. O que o Pai Leo faz,
segundo ele, é um “trabalho de purificação”.

Escritório esotérico de Pai Leo tem de painéis indianos a imagens de orixás
“Não faço trabalhos para o mal”, afirma, “meu serviço é ajudar as pessoas a
ressarcirem a natureza das coisas que tiram dela para sobreviver”. De acordo com
o vidente, as oferendas são feitas na cachoeira, junto com o cliente, e incluem
só coisas vivas, como peixes, mudas de árvore e frutas. “Dependendo do tipo do
trabalho, as coisas precisam ser de qualidade melhor, como salmão e figos”, diz.
No final, se o cliente quiser, ele pode dar um presente para o Pai Leo. “Já
ganhei até carro.” Depois da consulta, ele pede para divulgar o seu site:
http://www.reidosvidentes.com.br.

Protocolos diferentes
Em um outro endereço, na zona sul da cidade, a consulta era mais cara: R$ 50. A
amarração não seria cobrada, mas só seria feita se o interessado fosse
predestinado à mulher desejada. Depois de cinco minutos de jogo, o resultado foi
categórico: ela não faria a amarração, não adiantava insistir. Quando perguntada
sobre o altar com imagens e terços, ela pediu para que não chegasse muito perto
para não cruzar as energias.

Próximo à Santa Cecília, uma outra taróloga parece afeita ao faça você mesmo:
“não fazemos amarração, nós ensinamos o cliente a fazer”, diz. Ela não pôde ser
entrevistada porque não tinha autorização de seus guias espirituais. “O que
acontece aqui é muito íntimo para os clientes. Quem nos procura já passou muitas
vezes por médicos e psicólogos”, afirma.

A prática de jogos de adivinhação, como o tarô, o baralho e os búzios, estão
fortemente ligados ao candomblé e umbanda, religiões de influência africana. “Os
jogos servem para falar do destino pessoal de cada um”, explica Brígida
Malandrino, doutora em Ciências da Religião pela PUC.

“Muitos dos que anunciam serviços de ‘amarração do amor’ não praticam a religião
do candomblé e da umbanda de forma institucionalizada”, afirma Malandrino. Mas
existem pessoas que conciliam as duas coisas: vão ao terreiro e atendem
individualmente. “É como se dizer católico, por exemplo, e não respeitar todos
os dogmas da Igreja”, diz. [i]

http://revistaepocasp.globo.com/Revista/Epoca/SP/0,,EMI216421-17276,00.html

RITUAL MACABRO TERMINA EM MORTE

março 6, 2011 § Deixe um comentário

FOLHA DA BAHIA, 03-02-2011

RITUAL MACABRO TERMINA EM MORTE

Professora teria sido envenenada, queimada e esquartejada. Corpo foi jogado em
açude de Surubim mês passado

Polícia prende dois homens e uma mulher que esquartejaram professora em ritual
de magia negra. Imagens: Adaíra Sene/DP/D.A Press Um crime cometido em um
suposto ritual de magia negra chocou ontem o bairro do Cordeiro, Zona Oeste do
Recife. A professora da rede estadual de ensino Maria Iracy Tavares de Moraes,
51 anos, foi envenenada, carbonizada e esquartejada. As partes do corpo jogadas
no açude de Surubim, no Agreste do estado, segundo confessou ontem o companheiro
Ailton Félix,41. Os dois eram filhos de santo e moravam numa casa onde
funcionava também o terreiro Axé Iiê de Maria Padilha. O mentor do crime teria
sido o pai de santo Paulo Vítor de Araújo Gomes, 23, proprietário do centro.
Segundo a polícia, com a ajuda da mulher, a ialorixá Elizabete de Lima Santos,
41, teriam envenenado a professora, possivelmente, com cloreto de sódio injetado
na veia dentro do terreiro. Depois, levaram o corpo para um sítio em Surubim,
onde jogaram gasolina e atearam fogo. Em seguida, esquartejaram e jogaram os
pedaços no açude. O companheiro da vítima confessou friamente ter cortado a
mulher em pedaços, ´articulação por articulação`. A relação entre o pai de santo
e a ialorixá é tão estreita que ele tem o nome Elizabete na testa. O jovem tem o
rosto completamente tatuado e nas costas a imagem do satanás em forma de mulher.
Ele negou participação e colocou a culpa no marido da professora morta. Por sua
vez, Ailton Félix disse que apenas seguiu ordens do seu mentor espiritual. A
faca usada no crime foi quebrada em três pedaços e jogada no açude também. O
ritual aconteceu no dia 4 de fevereiro. A ossada foi localizada pela polícia na
última terça-feira. A família comunicou o desaparecimento no último dia 11,
mesmo dia em que Ailton Félix, ameaçado pelo pai de santo, procurou o
Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa para confessar o crime. ´Ele
contou três versões distintas. Por último, nos levou ao local certo`, explicou o
delegado Felipe Regueira. O próprio suspeito entrou no açude e localizou os
pedaços da vítima. Maria Iracy morava no terreiro há dois anos, quando foi
apresentada ao grupo por uma amiga. Relacionava-se com Ailton há um ano
e,segundo familiares, entregava todo o dinheiro que possuía para a ialorixá.
´Ela vendeu uma casa avaliada em R$ 55 mil, fez um empréstimo de R$ 30 mil e até
o carro que tinha entregou para a mãe-de-santo. Na casa, constatamos que o casal
vivia em condições subumanas, enquanto Paulo e Elizabete viviam com luxo na
parte de cima`, analisou o delegado. A professora estava de licença há seis
meses. O delegado disse, apenas, que a vítima tinha uma filha de 30 anos.
´Acreditamos que outras pessoas podem ter sido assassinadas por eles. Vamos
investigar se há outros envolvidos nos rituais e outras vítimas`, disse o gestor
do DHPP, Joselito Kehrler. Na próxima semana será feita a reconstituição em
Surubim. Os suspeitos, todos presos, não participarão. Entrevista >> Ailton
Félix da Silva ´Estou muito arrependido` Como a professora morreu? Era de noite,
teve um ritual e ela ficou molinha. O pai de santo disse que ia dar um soro para
ela, um remédio para ficar boa. Mas depois que injetou na veia da mão dela, deu
dez minutos e ela morreu. Ele disse que o problema estava resolvido. O que
aconteceu depois? Ele chamou um carro e colocou ela dentro. Depois, mandaram eu
ir pra Surubim de madrugada, disseram que eu tinha que fazer umas coisas e que
se eu não fizesse ia ficar junto com ela para sempre. Quando eu cheguei lá, a
gente colocou ela no chão. Ele mandou jogar mato e gasolina no corpo. Quando
terminou de queimar, ele enfiou a faca no chão e mandou eu cortar. Eu
esquartejei quebrando os ossos todinhos, como se fosse um bicho. Fiz sozinho,
deixei no rio e fui embora. Mas no outro dia o dono do sítio achou uns pedaços e
falou para o povo que conhecia Elizabete e que tinha sido Paulo. Há quanto tempo
o senhor conhecia o casal? Eu vivia com eles há seis anos, mas eles torturavam
muito a gente. Tenho um monte de marca no corpo por conta disso. Não tinha como
sair. Você acha que ela morreu por qual motivo? Esse é um negócio que eu não sei
explicar direito. A gente fazia obrigação, mas só trabalhava com bicho. Eles
queimavam a gente com cigarro, isqueiro, queimavam plástico e até batiam, mas
não tinha morte. Esse Paulo Vitor não é coisa boa. Estou muito arrependido.
Outros casos já foram registrados Assassinatos envolvendo supostamente rituais
de magia negra foram registrados em Pernambuco nos últimos anos. Em junho de
2008, depois de 49 dias, a polícia encontrou o corpo do estudante Arlisson
Wanderley dos Santos, na época com 15 anos, enterrado em um dos quartos da casa
alugada pelo amigo Thiago Alves da Silva, 20, no Loteamento Bela Vista, em
Igarassu. Em janeiro do ano anterior, outra barbárie possivelmente ligada à
bruxaria. A gorata Amanda Beatriz de Oliveira, 16, foi estuprada, espancada e
coberta com pó de argamassa por dois colegas, no centro do Recife. O homicídio
de Arlisson foi descoberto depois que o dono da residência percebeu o mau cheiro
do corpo e acionou a polícia. Thiago Alves assumiu a culpa e revelou a
participação de dois adolescentes no crime. O principal acusado teria prometido
a alma da vítima para o diabo em um ritual satânico. Arlisson foi morto durante
uma festa, regada a bebidas e comprimidos de roupinol. Depois de a vítima
´apagar`, ela foi enforcada. O corpo de Arlisson foienterrado ao lado da cama em
que, por vários dias, Thiago ainda dormiu. Depois de preso, Thiago foi
encontrado morto por enforcamento na cela do Centro de Triagem, em Abreu e Lima.
Bruxaria Interessada pelos mistérios do ritual wicca, a estudante Amanda Beatriz
de Oliveira conheceu Geison Duarte da Silva e Thiago Alencar, numa banca de
revistas, na Avenida Conde da Boa Vista. Tornaram-se amigos. Em um dia de
sábado, foram assistir a um vídeo na residência de um dos acusados pelo crime,
na Rua Manoel Borba, na Boa Vista. Ela foi abusada sexualmente e morta a socos e
pontapés. Logo depois, o corpo da adolescente foi colocado no cesto de roupa,
enrolado em uma rede e coberto com argamassa. O assassinato foi denunciado à
polícia pela mãe de Geison. Os dois acusados foram presos. Como o crime
aconteceu Após um ritual de magia negra no terreiro Axé Iiê de Maria Padilha, no
bairro do Cordeiro, Recife, a professora Maria Iracy foi envenenada,
possivelmente com cloreto de sódio. A substância foi injetada na veia pelo pai
de santo Paulo Vitor, no dia 4 de fevereiro. Dez minutos depois, a mulher teria
morrido Ainda durante a noite, o corpo foi levado pelo pai de santo, pela esposa
dele, a ialorixá Elizabete de Lima Santos, e pelo companheiro da vítima Ailton
Félix, para o Sítio do Desterro, na zona rural de Surubim, no Agreste. Chegando
lá, o cadáver foi coberto de mato e gasolina. Foi queimado três vezes até ter
início o esquartejamento Em depoimento, Ailton Félix confessou que cortou o
corpo da companheira em todas as articulações. Comparou com os cortes que dava
em animais sacrificados pelo candomblé. Os pedaços da vítima foram jogados
dentro de um açude. A faca utilizada no crime foi quebrada em três partes,
colocada dentro de uma sacola com pedras e também foi arremessada na água No dia
11 de fevereiro, Ailton Félix procurou a polícia – ameaçado por Paulo Vitor –
para confessar o homicídio. Apresentou três versões distintas sobre o paradeiro
do corpo da vítima. Somente na última terça-feira, o delegado Felipe Regueira,
do DHPP, localizou a ossada de Maria Iracy no açude e os três envolvidos no
crime foram presos. [i]

http://www.folhadabahia.com.br/noticias/lerNoticia.php?id=4126

[O link abaixo tem a foto do simpático pai de santo.]

http://www.ogalileo.com.br/noticias/nacional/professora-e-carbonizada-e-esquarte
jada-em-ritual-de-magia-negra

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