PASTOR DA AD PRESO POR PROSTITUICAO E PEDOFILIA

março 30, 2011 § Deixe um comentário

TOP NEWS, 28-03-2011

PASTOR DA ASSEMBLEIA DE DEUS PRESO ACUSADO DE PROSTITUIÇÃO E PEDOFILIA

Após uma operação de fiscalização em bares, clubes de festas e orla da cidade,
por volta das 22:30 horas de quinta-feira, dia 25 , o Comissariado Menores,
Promotoria Pública e Conselho Tutelar deram o flagrante no pastor Evangélico
(Assembléia de Deus), Edison Luiz Freitas, de 41 anos, que estava em um motel da
cidade de Itaituba, no Oeste do Pará, com uma menor.

O Pastor e a menor de 13 anos, das iniciais LCS foram levados para a 19ª
Seccional, onde o Pastor ficou preso e a menor prestou depoimentos ao escrivão
Raimundo, com acompanhamento do promotor Maurim Vergolino, comissário de menor
Amilton Farias e membros do Conselho Tutelar. Segundo informações de membros da
igreja Assembléia de Deus de Itaituba, Edison Luiz Freitas seria pastor no
estado do Paraná.

O Pastor acusado de crime de prostituição e pedofília não quis conceder
entrevistas à Imprensa para dar sua versão sobre o caso, mas o advogado do
mesmo, Dr. Alessandro Campos, confirmou que seu cliente é Pastor e que a menor
já vinha provocando assédio há tempos, inclusive dizendo que a principio tinha
18,anos, depois 17, 15 e quando ficou provado que a mesma só tem 13 anos por
ocasião do flagrante no Motel Itatiaia, situado no bairro Jardim das Araras.

Mas além do Pastor, também foi pra cadeia acusada de ser aliciadora das menores
para a prostituição, Elisabete da Cruz, de 22 anos, que na noite do flagrante
estava com várias menores nos bares da orla de Itaituba.

Ao jornal O Impacto, a menor AS, de 13 anos, disse que ela e suas amigas também
menores, eram convidadas para “merendar na orla”. A mãe de uma das menores, a
doméstica que se identificou apenas pelas iniciais J.E.R.A, disse que tem cinco
filhas, mas somente a que está com o Conselho Tutelar é que costumava sair.

Até ao meio dia desta sexta-feira, dia 26, o Pastor acusado de pedofilia e
prostituição ainda estava prestando depoimento na Seccional, sem a presença da
imprensa, ao delegado Cleber Pascoal, não tendo sido divulgado ainda o teor de
sua versão. A mulher acusada de aliciamento também não tinha sido ouvido pela
Polícia.

Sobre a repressão ao crime de prostituição e pedofilia em Itaituba, o comissário
de menores Amilton Farias disse que não ocorre com a mesma intensidade de alguns
anos atrás, mas que ainda existem casos isolados como esse da prisão do Pastor e
da Mulher tida como aliciadora de menores.

Por sua vez, o promotor público Maurim Vergolino, que tem acompanhado a ação do
Comissariado e Conselho, enfatiza que esse tipo de crime será reprimido de
maneira implacável. Uma das estratégias que facilitou a ação do Conselho,
Promotoria e Comissariado é que a fiscalização foi feita de maneira
descaracterizada, para não chamar atenção de quem comete esse e outros tipos de
crimes envolvendo menores.

A mãe da menor LCS, que foi flagrada no Motel com o Pastor, confirmou que
realmente sua filha mentia sua idade, mas que a mesma tem apenas 13 anos e não
17 como costuma afirmar. Sobre a ida de sua filha para o motel, a mãe disse que
desconhecia o fato.

[i]

http://www.topnews.com.br/noticias_ver.php?id=4112

JESUITAS PAGARAO 118 MILHOES DE EUROS A VITIMAS DE ABUSOS

março 26, 2011 § Deixe um comentário

PÚBLICO, 26-03-2011

JESUÍTAS NORTE-AMERICANOS PAGARÃO 118 MILHÕES DE EUROS A VÍTIMAS DE PEDOFILIA

Uma ordem de padres jesuítas norte-americanos aceitou pagar cerca de 118 milhões
de euros a centenas de índios americanos, abusados sexualmente pelos padres
enquanto frequentavam as suas escolas.

“Em vez de ensinarem estas crianças a ler e a escrever, os padres jesuítas
estavam a ensinar-lhes a desconfiança e a vergonha” disse o advogado de muitos
dos antigos estudantes de escolas jesuítas dos EUA, que afirmam ter sido
abusados entre 1940 e 1990.

Clarita Vargas, agora com 51 anos, foi uma das vítimas de abusos sexuais numa
escola jesuíta em Washington. “Este é um dia de justiça”, declarou hoje à AP. “O
meu espírito estava ferido e isto faz-me sentir melhor”.

Uma outra mulher de 53 anos, também vítima de abusos, disse, num comunicado lido
pelo advogado, ter começado a ser violada logo após a sua chegada à escola.
Adiantou ter constatado que, quando decidiu falar e contar o seu segredo, outros
a seguiram.

A maioria das vítimas são americanos nativos e a maior parte dos alegados abusos
ocorreram em reservas e em vilas isoladas, para onde a ordem religiosa é acusada
de enviar padres problemáticos.

John Manley, advogado de algumas das vítimas, disse que os padres colocavam
abusadores numa situação em que tinham acesso a crianças, numa posição em que
podiam abusar delas. “Não foi um acidente. As provas mostram-no, eles fizeram-no
de propósito e foi violação.”

Apesar de esta indemnização ser uma das maiores ligadas a escândalos sexuais
envolvendo a Igreja católica, Blaine Tamaki, o advogado que representa cerca de
90 vítimas neste caso, sublinhou que “não há nenhuma quantia em dinheiro que
possa recuperar uma infância perdida, uma cultura destruída, uma fé
despedaçada”. “Este acordo comprova que os jesuítas traíram a confiança de
centenas de crianças que tinham a seu cargo e a quem fizeram sofrer
atrocidades”, acrescentou Tamaki.

O acordo entre a ordem religiosa e as vítimas, cujas negociações começaram em
Outubro de 2010 e terminaram esta semana, inclui ainda um pedido de desculpas
por escrito.

[i]

http://www.publico.pt/Mundo/jesuitas-norteamericanos-pagarao-118-milhoes-de-euro
s-a-vitimas-de-pedofilia_1486894

EUA: AUMENTA O NUMERO DE CASOS DE ESCANDALOS COM PADRES

março 5, 2011 § Deixe um comentário

NEW YORK TIMES, 04-03-2011

NA FILADÉLFIA, NOVOS CASOS DE ESCÂNDALOS COM PADRES

In Philadelphia, New Cases Loom in Priest Scandal

Jessica Kourkounis for The New York Times
Gina Maisto Smith, an ex-prosecutor, has been hired by the archdiocese to
examine procedures.
By KATHARINE Q. SEELYE

PHILADELPHIA — Three weeks after a scathing grand jury report said the
Archdiocese of Philadelphia had provided safe haven to as many as 37 priests who
were credibly accused of sexual abuse or inappropriate behavior toward minors,
most of those priests remain active in the ministry.

The possibility that even one predatory priest, not to mention three dozen,
might still be serving in parishes — “on duty in the archdiocese today, with
open access to new young prey,” as the grand jury put it — has unnerved many
Roman Catholics here and sent the church reeling in the latest and one of the
most damning episodes in the American church since it became engulfed in the
sexual abuse scandal nearly a decade ago.

The situation in Philadelphia is “Boston reborn,” said David J. O’Brien, who
teaches Catholic history at the University of Dayton. The Boston Archdiocese was
engulfed in a scandal starting in 2002 involving widespread sexual abuse by
priests and an extensive cover-up that reached as high as the cardinal.

Some parishioners say they feel discouraged and are caught in a wave of anxiety,
even as they continue to attend Mass.

“It’s a tough day to be a faith-filled Catholic,” Maria Shultz, 43, a secretary
at Immaculata University, said after Mass last weekend at St. Joseph’s Church in
suburban Downingtown.

But Mrs. Shultz, who has four daughters, expressed no doubt about how the church
should deal with the 37 priests. “They should be removed immediately,” she said.

The church has not explained directly why these priests, most of whom were not
publicly identified, are still active, though it is under intense pressure to do
so. Cardinal Justin Rigali initially said there were no active priests with
substantiated allegations against them, but six days later, he placed three of
the priests, whose activities had been described in detail by the grand jury, on
administrative leave.

He also hired an outside lawyer, Gina Maisto Smith, a former assistant district
attorney who prosecuted child sexual assault cases for 15 years, to re-examine
all cases involving priests in active ministry and review the procedures
employed by the archdiocese.

“There is a tremendous sense of urgency here,” Mrs. Smith said in an interview
this week at the archdiocese, where she said she and a team had been working
around the clock, without interference from the church hierarchy. “They’ve given
me the freedom and the independence to conduct a thorough review,” she said,
with “unfettered access to files.”

She added that announcements about her initial review would be coming “sooner
rather than later.”

“The urgency is to respond to that concern over the 37, what that means, how
that number was derived and what to do in response to it,” she said.

Philadelphia is unusual in that the archdiocese has been the subject of not one
but two grand jury reports. The first, in 2005, found credible accusations of
abuse by 63 priests, whose activities had been covered up by the church. But
there were no indictments, mainly because the statute of limitations had
expired.

This time, the climate is different.

When the grand jury issued its report on Feb. 10, the district attorney
immediately indicted two priests, Charles Engelhardt and James Brennan; a
parochial school teacher, Bernard Shero; and a man who had left the priesthood,
Edward Avery, on charges of rape or assault. All four are due in court on March
14. He also indicted Msgr. William Lynn on charges of endangering the welfare of
children — the first time a senior church official has been charged with
covering up abuse in the sex scandal in the United States.

When the archdiocese learns of reports of sexual abuse, it is now supposed to
report them to the district attorney, which is what led to the most recent grand
jury investigation. Extensions on the statute of limitations also made
prosecutions possible this time.

But even with these changes, some were surprised to see the grand jury paint a
picture of a church where serious problems still festered.

“The thing that is significant about Philadelphia is the assumption that the
authorities had made changes and the system had been fixed,” said Terence
McKiernan, the president of BishopAccountability.org, which archives documents
from the abuse scandal in dioceses across the country. “But the headline is that
in Philadelphia, the system is still broke.”

The grand jury said 20 of the active priests were accused of sexual abuse and 17
others were accused of “inappropriate behavior with minors.”

In response, Cardinal Rigali issued a statement the day of the report, saying,
“I assure all the faithful that there are no archdiocesan priests in ministry
today who have an admitted or established allegation of sexual abuse of a minor
against them.”

The phrasing spoke directly to the church’s policy of “zero tolerance” of
priests who sexually abuse minors. If any active priests have such allegations
against them, the policy calls for their suspension until the charges are
resolved.

Still, six days later, he placed three priests on administrative leave — a tacit
acknowledgment that perhaps there were priests facing such accusations.

The uncertain fate of the 37 active priests, whose names the archdiocese turned
over to the district attorney, all but guarantees a continuing spectacle here.
So do the indictments, a flurry of civil suits against church officials, victims
who continue to step forward and the potential for courtroom drama.

Three weeks into the scandal, the archdiocese said it was not clear how much the
revelations had hurt attendance at Mass and donations. Daniel E. Thomas, an
auxiliary bishop of Philadelphia, said he had heard both sides: some
parishioners were attending church more to pray for the victims and “the good
priests, the faithful priests,” and some have told him, “We’re angry, we’re
confused and we’re distressed.”

He also said that some priests had told him that donations were not down but
that he was aware of “at least a few people who have said, `I’m not going to be
giving to the church’ ” and that some were not fulfilling their pledges to give
to the church’s capital campaign. He said money for the capital campaign goes
specifically to help the church fulfill its charitable mission; it cannot go
toward the defense of priests or legal fees, he said, and so only the poor, the
sick and the needy would suffer if those donations dried up. [i]

http://www.nytimes.com/2011/03/05/us/05church.html?_r=3&partner=rss&emc=rss

“Foda o papa… Mas use camisinha”

março 1, 2011 § Deixe um comentário

foda o papa... mas use camisinha

Em setembro de 2010, Inglaterra, os grupos lgbt, feministas, cientistas e ateístas se manifestaram contra a igreja católica.

Em contrapartida, bento 16 discursou: “Penso no imenso sofrimento causado pelo abuso de menores, especialmente pelos ministros da Igreja. Quero manifestar meu profundo pesar às vítimas inocentes destes crimes atrozes” (1).

A contradição é que ele pessoalmente, além de toda uma hierarquia católica, até chegar ao padre, escondem os crimes de colegas, acobertam o acusado e até facilitam seu remanejamento pra que ele possa continuar abusando meninos e meninas de 8 a 13 anos, até mesmo engravidar adolescentes (2).

São dois tipos de crimes; o acobertamento e promoção de pedófilos e outro de tentar facilitar a dispersão de dst’s, quando é contra o uso de preservativos pelos católicos. Ambos constituem denúncias formais no tribunal de Haia, de crimes contra a humanidade (3) (4).

(1) http://www.mundomais.com.br/exibemateria2.php?idmateria=1681
(2) http://www.estadao.com.br/arquivo/cidades/2001/not20010917p20866.htm
(3) http://www.guardian.co.uk/world/2003/oct/09/aids
(4) https://ateularia.wordpress.com/2011/02/27/papa-no-tribunal-de-haia-crimes-contra-a-humanidade/

Frederico Brandt

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