GOVERNO LAICO? IGREJA EVANGELICA HOMENAGEIA GOVERNADOR

março 26, 2011 § Deixe um comentário

O GALILEU, 24-03-2011

GOVERNO LAICO? IGREJA EVANGÉLICA HOMENAGEIA POLÍTICO

O governador Simão Jatene será homenageado na próxima reunião do Serviço de
Evangelização das regiões do Tocantins e Araguaia (Seta) da Igreja Assembleia de
Deus.

Governo Laico? Igreja Evangélica Homenageia Político O encontro vai acontecer
entre os dias 7 a 10 de julho, no município de Santana do Araguaia, e deve
reunir cerca de 20 mil fiéis da área de abrangência do rio Araguaia.

Jatene terá seu nome inscrito na placa de comemoração do centenário desta igreja
evangélica e receberá a comenda de “Amigo da Assembleia de Deus”. “O povo
evangélico agradece as ações do governo passado de Simão Jatene e espera que
este governo se consolide ainda mais”, disse o pastor Pedro Ferreira Filho,
coordenador do Seta.

O pastor esteve na manhã desta quinta-feira, 25, reunido com outras lideranças
evangélicas para fazer pessoalmente o convite ao governador. Ele veio
acompanhado do deputado Zequinha Marinho (PSC), que é da região do rio Araguaia.
“As lideranças apoiaram o governador nas eleições e querem também cumprimentá-lo
pela posse’, explicou o deputado.

De acordo com o pastor Pedro Filho, a Assembleia de Deus tem cerca de 45 mil
fiéis na região sul/sudeste do estado, entre membros e congregados. A Assembleia
de Deus é uma das maiores igreja do ramo pentecostal do Brasil e do mundo. Ela
chegou aqui através dos missionários suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg, que
aportaram em Belém, em 19 de novembro de 1910, vindos dos Estados Unidos.

Com informações Secom /Ag. Pará

[i]

http://www.ogalileo.com.br/noticias/nacional/governo-laico-igreja-evangelica-hom
enageia-politico

ROBERTO FREIRE DIZ A CNBB QUE ESTADO TEM QUE SER LAICO

março 18, 2011 § Deixe um comentário

JUS BRASIL, 17-03-2011

Ensino religioso: Freire diz à CNBB que Estado
deve ser laico

O deputado federal Roberto Freire (PPS-SP) preferiu a laicidade ao convite da
CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) para apresentar emenda
incluindo ensino religioso como área de conhecimento a ser ensinada nas escolas
públicas brasileiras.

A CNBB solicitou que deputados e senadores apresentem emendas ao projeto de lei
que aprova o Plano Nacional de Educação para o biênio 2011-2012 com a previsão
das aulas de ensino religioso e formação continuada de professores para a área.

Freire respondeu, por meio de ofício, que seu ponto de vista está focado na
laicidade do Estado, garantidora do pluralismo das religiões ou credos, e em
defesa de uma sociedade justa e fraterna.

Para o deputado e presidente nacional do PPS, o ensino religioso deve ficar a
cargo das escolas confessionais, que adotam uma confissão explícita no
desempenho de suas atividades, das famílias e igrejas.

Autor: Valéria de Oliveira

[i]

http://www.jusbrasil.com.br/politica/6739707/ensino-religioso-freire-diz-a-cnbb-
que-estado-deve-ser-laico

ENTRE A CRUZ E O TUBO DE ENSAIO

março 18, 2011 § Deixe um comentário

EDUCAÇÃO INTEGRAL, 11-03-2011

ENTRE A CRUZ E O TUBO DE ENSAIO

Divergências entre ciência e religião podem gerar polêmica em sala de aula e
confundir os alunos. Para educadores, saída é não impor uma única verdade

Em uma sala do 6.º ano (antiga 5.ª série), durante uma aula de biologia sobre a
criação do universo, a professora termina de explicar a teoria do Big Bang, que
diz que o universo foi criado a partir de uma grande explosão cósmica entre 10 e
20 bilhões de anos. Um aluno ergue a mão e pergunta: “Pro-fessora, mas quem fez
as galáxias e tudo o que existe não foi Deus?”. A cena é frequente nas escolas,
divide os professores de ciências e biologia e coloca os de religião em uma
saia-justa.

A coordenadora do curso de Ciências Biológicas da Universidade Tuiuti do Paraná
(UTP) e professora aposentada do ensino médio e fundamental, Rita de Cássia
Dallago, conta que ao longo dos seus 26 anos de carreira percebeu que a
discussão sobre a origem do universo e do homem, principalmente entre
criacionismo (teoria religiosa que presume que tudo foi criado por uma força
superior) e evolucionismo (teoria científica proposta por Charles Darwin que diz
que o homem surgiu a partir da evolução de outras espécies) ganhou novos rumos,
mas que ainda perturba os educadores. “Em geral, os professores tendem a impor o
que acreditam, mas o ideal seria deixar claro sempre que existem duas correntes
e não uma única verdade. O aluno tem o direito de escolher em qual prefere
crer.”

Na maioria dos casos, os professores de ciências e biologia defendem o
evolucionismo, porque faz parte da formação deles, e os de religião, o
criacionismo. Mas Rita diz que na última década o perfil mudou um pouco e alguns
que ensinam biologia também acreditam na segunda corrente. “Já vi muito
professor que explica a origem da vida sob a ótica da ciência e depois, no final
da aula, diz aos alunos para não esquecer que tudo isso foi obra de Deus.”

Com um tema controverso e professores divididos, a questão que se levanta é como
não confundir a cabeça dos alunos e muito menos desrespeitar suas crenças
religiosas. Para o coordenador de Teologia da Ponti­fícia Universidade Católica
do Paraná (PUCPR), Cesar Kuzma, o caminho ideal na hora de ensinar é não tratar
as duas correntes como algo isolado e independente, mas sim como complementares.
“A ciência explica a origem do universo e o surgimento da espécie humana, mas é
a religião que dá sentido a isso. A meu ver esta é a melhor forma de ensinar os
estudantes sem criar conflito.”

Já para o filósofo Carlos Ramalhete, o papel do professor de ciências não é
ensinar religião, mas deixar claro que as ciências podem mudar. “A ciência é
apenas a melhor explicação até agora para os elementos nos quais Deus não pode
estar. A ciência moderna, ao contrário da religião, não é e nem pode ser
dogmática.”

Mas algumas vezes o conflito é inevitável, principalmente porque a escola é um
espaço de convivência entre alunos de crenças diferentes. Para os educadores, é
importante que seja assim porque as crianças precisam crescer em um espaço
democrático. “É claro que em algum momento houve confusão, tem aluno que às
vezes não aceita o que é dado em sala e sai batendo porta, mas isso é a
minoria”, conta Rita.

Mais liberdade
Segundo a professora de ensino religioso e história Célia Regina Guernieri, do
Colégio Imaculada Conceição, os alunos menores, geralmente entre 10 e 12 anos,
tendem a querer saber a opinião pessoal do professor e levam muito em conta o
que ele pensa. Os mais velhos, a partir dos 13 anos, têm uma bagagem diferente e
conseguem perceber por si só que existem duas teorias distintas e que podem
escolher entre uma e outra. “Hoje os estudantes são muito mais livres e críticos
do que há 30 anos. Eles conseguem perceber que não há uma verdade absoluta.”

Para que uma única verdade não reine em sala de aula, o professor de Ciências
Biológicas da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) Reginaldo
Rodrigues conta que nas palestras que dá aos colegas da educação básica costuma
orientá-los a não impor nada nunca e nem negar a existência de Deus aos alunos,
por mais que ele não acredite. “É papel dele defender a ciência, mas sabemos que
cada aluno tem sua religiosidade e que é preciso que o professor saiba lidar com
isso.”

Na Escola Adventista, o diretor Laureci Bueno do Canto diz que não há imposição
dos conceitos, mas pais e professores sabem a posição da escola. “Nós
acreditamos na Bíblia e para nós o que está lá é a verdade. O professor não
precisa acreditar e defender isso como real. Mesmo que ele comente que é
criacionista, vai deixar em aberto aos alunos.”

[i]

http://educacaointegral.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=395:
entre-a-cruz-e-o-tubo-de-ensaio&catid=38:slideshow&Itemid=101

DEPOIMENTO DE CARDEAL SCHERER NO TRF DE SP A FAVOR DE CRUCIFIXO

março 16, 2011 § Deixe um comentário

ÉPOCA, 15-03-2011

DOM ODILO DEPÕE NA JUSTIÇA FEDERAL A FAVOR DOS CRUCIFIXOS EM ÓRGÃOS PÚBLICOS

REDAÇÃO ÉPOCA JUSTIÇA TAGS: CRUCIFIXO, DOM ODILO SCHERER, ESTADO LAICO

O cardeal arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Scherer, prestou depoimento no
Tribunal Regional Federal (TRF) de São Paulo para defender a manutenção de
símbolos religiosos em repartições públicas. Seu depoimento foi no último dia 3,
uma quinta feira, no prédio da instituição. Dom Odilo foi convocado como
testemunha numa ação civil pública que, em nome do Estado laico, pede a retirada
dos símbolos religiosos de todos os prédios públicos federais de São Paulo. Na
maioria dos casos, são crucifixos expostos em locais nobres, como plenários, ou
em áreas de atendimento ao público, como salas de espera ou saguões de entrada.
Dom Odilo é a mais alta autoridade católica do país a falar publicamente sobre o
assunto. Diante do juiz Ricardo Geraldo Rezende Silveira, disse que “o fato de a
maioria da população ser católica, culturalmente, justifica a presença desses
símbolos cristãos”.

O processo é movido pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão em
atendimento ao pedido do engenheiro Daniel Sottomaior Pereira, que é ateu e diz
que se sente ofendido com a presença de um crucifixo numa das paredes do
Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo. No plenário do próprio TRF, onde
corre o processo, há uma peça desse tipo. A ação foi pedida como liminar. Se for
concedida pela Justiça, a União terá um prazo de 120 dias para retirar todos os
símbolos religiosos de suas repartições no Estado.

Em seu depoimento, Dom Odilo disse não acreditar que um determinado símbolo
religioso possa ser ofensivo a quem não professa aquela fé. Apesar disso,
reconheceu que a presença de um símbolo muçulmano em um hipotético julgamento
“poderia causar preocupação em virtude da inexistência de uma tradição muçulmana
no Brasil”.

O cardeal afirmou que o povo brasileiro recebeu formação cultural católica
durante a colônia até o fim do Império e lembrou de um acordo que determinava o
catolicismo como religião oficial do Estado. Para ele, essa tradição explica e
justifica a presença de crucifixos em repartições públicas até hoje. Dom Odilo
disse ainda que acha legítimo o Estado custear a manutenção dos símbolos
religiosos em suas repartições “em respeito aos anseios dos representados”.

O procurador dos Direitos do Cidadão, Jefferson Aparecido Dias, responsável pela
ação, não concorda com as opiniões de Dom Odilo: “A presença desses símbolos
nesses locais demonstra que o Estado estabelece preferências entre credos e
crenças, privilegiando uns e ignorando os demais. Também não concordo com o
argumento da tradição, porque podemos usá-la para justificar qualquer fato na
história”, disse.

Discussões como esta ocorrem em outros estados brasileiros. O Rio de Janeiro já
retirou símbolos de instituições públicas. Pernambuco, assim como São Paulo,
está em processo de discussão.

Segundo o procurador, é provável que a decisão do caso termine só no Supremo
Tribunal Federal. “Ainda temos uma longa discussão pela frente. Quem perder, irá
recorrer e a ação chegará ao STF”. O próprio Supremo ostenta um crucifixo em seu
plenário.

No Brasil, segundo o Censo do ano 2000, 73% da população afirmava ser católica.
Os evangélicos eram 15%. Outros 3,4% diziam seguir outras religiões. O Censo diz
ainda que 7,4% eram “sem religião”, mas não especificou quantos se apresentavam
como ateus (aqueles que não acreditam em Deus). O artigo da Constituição que
estabelece separação entre Estado e igreja é o 19: “É vedado à União, aos
Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: I – estabelecer cultos religiosos
ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles
ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma
da lei, a colaboração de interesse público”. No preâmbulo da mesma Constituição
está escrito que o ela foi promulgada “sob a proteção de Deus”.
(por Keila Cândido)

[i]

http://colunas.epoca.globo.com/politico/tag/estado-laico/

VEREADORA QUER DEBATER CAMPANHA DA ICAR EM TRIBUNA

março 15, 2011 § Deixe um comentário

VERMELHO, 14-03-2011

TRIBUNA POPULAR VAI DEBATER A CAMPANHA DA FRATERNIDADE DE 2011

A vereadora Lucia Antony (PCdoB) apresentou, hoje, requerimento no qual pede a
realização de uma tribuna popular, no dia 06 de abril, para debater a Campanha
da Fraternidade de 2011, da Igreja Católica, cujo tema deste ano “Fraternidade e
a Vida no Planeta”, coloca o meio ambiente como pauta.

Essa data foi escolhida para que o encontro possa contar com a presença do
arcebispo da Arquidiocese Metropolitana de Manaus, Dom Luiz Soares Vieira, que
atualmente está fora da cidade, e que foi convidado para dar uma palestra no
encontro.

Lucia Antony apresentou também uma moção na qual parabeniza a Confederação
Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) pelo lançamento da Campanha da Fraternidade
de 2011 e pelo tema escolhido. Para a vereadora, a escolha do tema meio ambiente
é pertinente e atual, uma vez que as pessoas precisam se conscientizar cada vez
mais sobre as consequencias negativas que os danos causados à natureza tem sobre
a vida das pessoas.

“O aquecimento do planeta tem causado mudanças climáticas que resultam em
desastres naturais em várias partes do mundo. No Amazonas, temos períodos de
grande seca alternados com períodos de cheias. É preciso termos consciência do
que está ocorrendo. Por isso, considero pertinente e de grande valor a discussão
sobre o meio ambiente proposta pela Igreja Católica”, disse.

De Manaus,
Anwar Assi

[i]

http://www.vermelho.org.br/am/noticia.php?id_noticia=149487&id_secao=52

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